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Família acredita que criminoso ofereceu doces para sequestrar e estuprar Emanuelly

A família da menina Emanuelly Victória de Souza, de 6 anos, acredita que Marcos Willian Teixeira Timóteo, de 20 anos, tenha oferecido guloseimas para conseguir sequestrá-la na manhã dessa quarta-feira (27), no bairro Taquarussu, em Campo Grande. Ela foi estuprada e morta estrangulada pelo assassino.

Ao Jornal Midiamax, o pai de Emanuelly relatou que saiu para trabalhar de manhã, enquanto a esposa, que está grávida de oito meses, teria ficado dormindo na residência. Ou seja, no momento em que a criança saiu de casa.

Contudo, o que chama atenção no caso é o fato de Emanuelly ter acompanhado Marcos Willian — câmeras de segurança flagraram ambos perambulando pelas ruas do bairro Taquarussu por volta das 8h30. Assim, o pai acredita que ele possa ter oferecido algum tipo de guloseima para a criança.

“A gente acredita que ele chegou aqui e viu que minha filha estava acordada. A chamou, talvez oferecendo algum doce ou para levar a menina para casa da avó”, disse o pai, David Bernardes.

Assim, diante da situação, o pai acredita que para sair da casa a criança tenha dado a chave da porta da residência para Marcos Willian. “Como ela não conseguia abrir a porta sozinha, a gente acha que ele pediu para ela dar a chave e ele abriu a porta”, disse.

Já na Vila Carvalho, uma vizinha do autor, que preferiu não se identificar, disse ao Jornal Midiamax que anteriormente já teria visto a criança indo à mercearia comprar guloseimas com o assassino.

“Ele [Marcos Willian] sempre passeava com essa menininha e com a filhinha dele. Ele ia à mercearia comprar bala, refrigerante, cigarro”, disse a mulher, de 53 anos.

Emanuelly foi encontrada morta numa banheira, embaixo de uma cama, dentro da residência de Marcos Willian, localizada na Rua Joaquim Manoel de Carvalho, na Vila Carvalho, em Campo Grande.

Assim, quando os policiais chegaram à casa do suspeito, encontraram a residência vazia. O chão da cozinha estava sujo de barro e com marcas de chinelo. Com isso, eles entraram na casa e fizeram uma varredura.

Em um dos cômodos, os policiais ergueram uma cama e, embaixo, estava uma banheira de bebê contendo, em seu interior, um volume grande enrolado em uma coberta marrom, presa com fita adesiva. Ao abrirem parcialmente a coberta, encontraram Emanuelly morta.

*Midiamax